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| A Monumental de Barcelona |
GRID 2 foi lançado em Maio de 2013 pela
Codemasters e ao que parece vai ter substituto em 2015. Até lá, vou dando umas voltas pelos magníficos cenários (Nova Iorque, Dubai, Barcelona, por aí) que este jogo nos proporciona. Ainda por cima a minha máquina principal corre o jogo no máximo das definições gráficas com a resolução a 1080p (com 2x MSAA e o Anisotropic em High). Escusado será dizer que o resultado final é fantástico! As cenas nocturnas são particularmente belas, apesar de passar por elas sempre a duzentos e tal. E com umas sólidas 40 FPS de média, o que, para um jogo mais próximo do
arcade que da simulação, é mais que suficiente.
O pacote completo, com 12 DLC's (
downloadable content), um gratuito e os outros pagos, perfaz um total de 76 carros para experimentar (estou na quinta e última época e faltam-me três carros), divididos em 4
Tiers, conforme as suas características (existem mais 2
Tiers -
Demolition Derby e
Indy Car Racing - mas irei falar deles na crítica do
Multiplayer). Não posso dizer como se comportam a maioria dos carros do jogo na realidade mas há diferenças suficientes para que cada um tenha o seu
feeling a conduzir. Alguns são um verdadeiro desafio para manter na estrada. Para mim, a maior dificuldade do jogo, é dominar os carros de tracção atrás (eu jogo no
Medium com o dano ao máximo e mudanças automáticas). São um festival de drifts controlados, a custo, com "gasadas" no acelerador. O que vale é que a
Codemasters criou os
flashbacks (presentes também no Race Driver: Grid e no F1 2012, que eu saiba). Estes permitem voltar um pouco atrás no tempo, evitando assim, ter que repetir a prova toda. Tudo isto, mais os modos
Multiplayer, que irei falar noutra crítica, garantem muitas horas de jogo.
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| Paris by night! |
Ultimamente, é o jogo de carros a que volto sempre (destronando o
Need for Speed: Hot Pursuit) mas, apesar disso, acho que falta qualquer coisa. Não é um jogo verdadeiramente
arcade como o
Need for Speed: The Run ou o
Need for Speed Underground 2 (para mim, a referência
arcade contra qual todos os jogos se batem) nem é um simulador como a série
F1 ou os antigos
Colin McRae.
Não é carne, nem é peixe. O que vale é que eu não esquisito e também como
tófu.
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